31 de março de 2008

Charge de Lacoste

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Lula: enquanto a oposição grita, a gente trabalha

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Deu no site do Terra:
"O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a atacar a oposição na tarde de hoje durante cerimônia em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo ele, seu governo irá produzir mais resultados do que os outros. "Enquanto a oposição grita e xinga, a gente trabalha. E vamos ver quem produz mais resultado. Vamos produzir mais resultado", disse o presidente. » Datafolha: Lula atinge maior aprovação "Tem algumas pessoas que são nossos opositores que não gostam que eu esteja aqui. Nós fomos eleitos para trabalhar, nós fomos eleitos com um programa", completou Lula em seu discurso. Sem demonstrar preocupação com o noticiário contra Dilma, Lula a chamou para ficar a seu lado durante o discurso e repetiu que ela é a mãe do PAC. "A Dilma é a gerente do PAC nacional. Por isso que eu disse que ela era a mãe do PAC, porque tem que acompanhar semanalmente, mensalmente", completou o presidente." Redação Terra

A primeira gravação de voz.

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Ouça a primeira gravação de voz humana, feita em 1860: http://www.firstsounds.org/sounds/index.php
Segundo o Portal Vermelho, "A gravação foi realizada em 9 de abril de 1860 pelo inventor parisiense Edouard-Leon Scott de Martinville, em um aparelho que ele chamou de "fonautógrafo", que gravava ondas sonoras em uma folha de papel escurecida pela fumaça de uma lâmpada a óleo, disse Giovannoni. (...)
O pesquisador disse ter sido informado em 1o de março sobre a existência do registro, em um arquivo de Paris, e viajou à capital francesa uma semana mais tarde. Especialistas que trabalham com o grupo First Sounds então transformaram as ondas registradas no papel em sinais sonoros. "Isso é importante de muitas formas", disse Giovannoni em entrevista telefônica. "Não reduz de maneira alguma as realizações de Thomas Edison. Ele continua a receber crédito como a primeira pessoa a ter registrado sons por meios mecânicos."

"Liberdade" nos EUA.

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Reproduzo essa foto que está no Blog Fazendo Media. http://www.fazendomedia.com/diaadia/protoblog.htm


Esse pessoal aí não está no Tibet sendo reprimido pela "polícia comunista". Eles estavam sendo presos nos Estados Unidos protestando contra o genocídio iraquiano provocado pela invasão norte-americana e de seus aliados "ocidentais".

18 de Março de 1883 - Discurso de Engels

Um comentário:
Discurso de Friedrich Engels, no funeral do amigo, Karl Marx:
Em 14 de março, quando faltam 15 minutos para as 3 horas da tarde, deixou de pensar o maior pensador do presente. Ficou sozinho por escassos dois minutos, e sucedeu de encontramos ele em sua poltrona dormindo serenamente — dessa vez para sempre.
O que o proletariado militante da Europa e da América, o que a ciência histórica perdeu com a perda desse homem é impossível avaliar. Logo evidenciará-se a lacuna que a morte desse formidável espírito abriu.
Assim como Darwin em relação a lei do desenvolvimento dos organismos naturais, descobriu Marx a lei do desenvolvimento da História humana: o simples fato, escondido sobre crescente manto ideológico, de que os homens reclamam antes de tudo comida, bebida, moradia e vestuário, antes de poderem praticar a política, ciência, arte, religião, etc.; que portanto a produção imediata de víveres e com isso o correspondente estágio econômico de um povo ou de uma época constitui o fundamento a parir do qual as instituições políticas, as instituições jurídicas, a arte e mesmo as noções religiosas do povo em questão se desenvolve, na ordem em elas devem ser explicadas – e não ao contrário como nós até então fazíamos.
Isso não é tudo. Marx descobriu também a lei específica que governa o presente modo de produção capitalista e a sociedade burguesa por ele criada. Com a descoberta da mais-valia iluminaram-se subitamente esses problemas, enquanto que todas as investigações passadas, tanto dos economistas burgueses quanto dos críticos socialistas, perderam-se na obscuridade. Duas descobertas tais deviam a uma vida bastar. Já é feliz aquele que faz somente uma delas. Mas em cada área isolada que Marx conduzia pesquisa, e estas pesquisas eram feitas em muitas áreas, nunca superficialmente, em cada área, inclusive na matemática, ele fez descobertas singulares.
Tal era o homem de ciência. Mas isso não era nem de perto a metade do homem. A ciência era para Marx um impulso histórico, uma força revolucionária. Por muito que ele podia ficar claramente contente com um novo conhecimento em alguma ciência teórica, cuja utilização prática talvez ainda não se revelasse – um tipo inteiramente diferente de contentamento ele experimentava, quando tratava-se de um conhecimento que exercia imediatamente uma mudança na indústria, e no desenvolvimento histórica em geral. Assim por exemplo ele acompanhava meticulosamente os avanços de pesquisa na área de eletricidade, e recentemente ainda aquelas de Marc Deprez.
Pois Marx era antes de tudo revolucionário. Contribuir, de um ou outro modo, com a queda da sociedade capitalista e de suas instituições estatais, contribuir com a emancipação do moderno proletariado, que primeiramente devia tomar consciência de sua posição e de seus anseios, consciência das condições de sua emancipação – essa era sua verdadeira missão em vida.
O conflito era seu elemento. E ele combateu com uma paixão, com uma obstinação, com um êxito, como poucos tiveram. Seu trabalho no 'Rheinische Zeitung' (1842), no parisiense 'Vorwärts' (1844), no 'Brüsseler Deutsche Zeitung' (1847), no 'Neue Rheinische Zeitung' (1848-9), no 'New York Tribune' (1852-61) – junto com um grande volume de panfletos de luta, trabalho em organização de Paris, Bruxelas e Londres, e por fim a criação da grande Associação Internacional de Trabalhadores coroando o conjunto – em verdade, isso tudo era de novo um resultado que deixaria orgulhoso seu criador, ainda que não tivesse feito mais nada.
E por isso era Marx o mais odiado e mais caluniado homem de seu tempo. Governantes, absolutistas ou republicanos, exilavam-no. Burgueses, conservadores ou ultra-democratas, competiam em caluniar-lhe. Ele desvencilhava-se de tudo isso como se fosse uma teia de aranha, ignorava, só respondia quando era máxima a necessidade. E ele faleceu reverenciado, amado, pranteado por milhões de companheiros trabalhadores revolucionários – das minas da Sibéria, em toda parte da Europa e América, até a Califórnia – e eu me atrevo a dizer: ainda que ele tenha tido vários adversários, dificilmente teve algum inimigo pessoal.
Seu nome atravessará os séculos, bem como sua obra!

29 de março de 2008

Ato Público

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FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil Convocamos todos e todas ao ato público no dia 30 de março!
Vamos gritar em alto e bom som: Israel, pare o holocausto contra o povo palestino!
Não mais nos importa se o termo holocausto queira dizer um massacre, uma limpeza étnica, um genocídio, um crime de guerra, um ato de barbárie, uma catástrofe, uma tragédia ou um extermínio: escolha a vontade, o sangue das crianças, mulheres e idosos palestinos autoriza cada uma dessas nomenclaturas, uma dessas, algumas dessas ou Israel terá mais alguma nova nomenclatura adequada a sua “política de segurança”?
Todos os dias do ano, a cada hora, a cada minuto ocorrem assassinatos seletivos, mortes, feridos, ataques terrestres, aéreos e navais, prisões, demolição de casas, ataques a propriedades publicas e privadas, ocupação de casas, toques de recolher, postos de checagem, fechamento de passagens de fronteira, vôos de reconhecimento, obstrução de auxilio médico, confisco de terras, ataques a sítios religiosos, interrupção das atividades escolares, atos de violência dos colonos judeus, corte de eletricidade e auxilio humanitário, retenção de impostos, o Muro do Apartheid e mais construções de colônias judaicas:
ASSIM É A OCUPAÇÃO ISRALENSE na Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental!
O cerco aos territórios palestinos ocupados, em especial, nos últimos meses, a Faixa de Gaza, revela que ao completar 60 anos da criação do Estado de Israel e 60 anos da Nakba (catástrofe) palestina, Israel não quer, não quis e não apresenta nenhuma intenção real de se retirar dos territórios palestinos ocupados e fazer a paz com os palestinos. Israel é um Estado fora da Lei que diz não a todas as resoluções da ONU, a Convenção de Genebra e a Declaração Universal dos Direitos do Homem.Enquanto as negociações prosseguem sem luz no fim do túnel, Israel constrói mais colônias, muros e cercas, a ocupação se intensifica.
Os fornos da ocupação ardem e mancham a memória das vítimas do holocausto da segunda guerra mundial? Enquanto a ocupação continua, países membros do MERCOSUL assinam um Tratado de Livre Comércio com Israel: as consciências dos governantes do Mercosul, a reboque das razões de estado, permitem, avalizam ou concebem cometer tamanha vergonha e imoralidade com um Estado fora da lei?
Os produtos processados, fabricados, manufaturados, embalados ou montados nas indústrias ou estabelecimentos israelenses localizados nos territórios palestinos ocupados poderão ser comercializados livremente? Chegou a esse ponto a irresponsabilidade e cumplicidade dos nossos governantes com a ocupação israelense?
Apelamos para que os parlamentares dos países membros do MERCOSUL não permitam a inclusão dessa página nefasta na história de nossa civilização e de nossos povos.Não acreditamos que os Estados Unidos rompam sua aliança estratégica com Israel ou pelo menos exerçam pressões suficientes para que Israel cumpra as resoluções internacionais e faça a paz justa e duradoura no Oriente Médio, em especial quanto à desocupação dos territórios palestinos, sírios e libaneses. O histórico dessa aliança, no decorrer dos últimos 60 anos, evidencia o quanto tem sido nefasta para os palestinos, árabes em geral, para a paz mundial e toda a humanidade.Acreditamos que a resistência contra a ocupação, a unidade das organizações palestinas, a solidariedade internacional (povos e governos) e a mínima coordenação de ação política dos países árabes são os caminhos para a libertação dos territórios palestinos e árabes ocupados e a implementação dos direitos nacionais inalienáveis do povo palestino ao retorno e autodeterminação, consagrados pelas resoluções da ONU.
A paz passa pelo retorno dos refugiados, conforme a resolução 194 da ONU e pelo estabelecimento do Estado Palestino Soberano e Independente, com capital Jerusalém!Vamos ao ato público, vamos defender os mais nobres valores da humanidade: o direito a vida, a cidadania e a autodeterminação dos povos!Viva o povo palestino!Viva o povo Brasileiro!Viva a amizade entre os dois povos!Viva a solidariedade brasileira com o povo palestino!
Elayyan Taher Aladdin Presidente
Emir Mourad Secretário Geral

28 de março de 2008

A auto-compaixão da elite branca

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Não queria nem comentar, mas a elite branca se auto-compadece quando o assunto lhe diz respeito...

O que a grande mídia mostra...

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ÉPOCA - O que acha de estarmos vivendo um novo surto de dengue enquanto as autoridades discutem se há ou não epidemia? Luciano Huck - Acho que a epidemia já foi assumida por todas as autoridades responsáveis pela cidade e pelo estado do Rio de Janeiro. O absurdo é chegarmos a este ponto. Com a pujança financeira e econômica que vivemos no Brasil, sofrermos com uma epidemia de dengue é um contra-senso. Deixa claro o país de contrastes que ainda somos. O que me assusta não são os mosquitos, mas sim, a qualidade, ou melhor, a falta dela, no atendimento à população. É inaceitável uma cidade como o Rio de Janeiro não ter uma estrutura decente de saúde pública. A classe média vai aos hospitais particulares, mas o mosquito não pica pelo tamanho do bolso. ÉPOCA - Você foi assaltado e pouco tempo depois pegou dengue. É uma maré de azar? Huck - Acho que sofri com dois problemas que claramente não são exclusividades minhas.Em ambos os casos, estou acompanhado de muita gente que também sofre com a inércia e falta de eficiência do Estado. As duas mazelas que vivi poderiam ser facilmente evitadas se o dinheiro que aparece cada vez em lugares mais esquisitos (cuecas, caixas de sapato, apartamento em Miami, caixa-dois, mensalão) estivessem sendo aplicados com a responsabilidade que deveriam. Vivo nas ruas das principais cidades do Brasil porque é nelas que gravo o programa. Estou exposto a problemas urbanos vividos por grande parte da população e suas conseqüências. O que de certa forma é uma rica experiência de cidadania. A vida e os problemas do Brasil vão bem além dos muros do Projac. ÉPOCA - Qual é o seu maior medo? Huck - Desde o começo o que mais me preocupou foram as crianças. Hoje elas não vão ao banheiro sem repelente. ÉPOCA - Que sintomas sentiu? Huck - Os sintomas foram os mesmos que eu havia ouvido e lido nos meios de comunicação: dores pelo corpo, febre, dor de cabeça, falta de apetite e manchas pelo corpo.ÉPOCA - Como a dengue afetou o seu trabalho? Atrapalhou gravações?Huck - Cancelamos apenas duas gravações externas. Tive a "sorte" de adoecer no período da Páscoa. http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG82665-5855,00-FUI+VITIMA+DA+INERCIA+DO+ESTADO.html

O que a grande mídia não mostra.

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Vídeo do Presidente Chavez na última visita ao Brasil. Mas isso, o PIG não mostra. http://www.youtube.com/watch?v=JaDWpvtNF9g&eurl=http://www.viomundo.com.br/tv/chavez-e-zumbi/ Ao PIG não interessa mostrar um Hugo Chavez que trate desse tipo de tema.

Blog do Nassif

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(Comentário importante de Luiz Nassif sobre a fabricação de denúncias contra o Governo Federal por parte do PIG - Partido da Imprensa Golpista, a mídia marrom)
"28/03/08 09:35
O factóide da Folha
Não adianta. Não existe responsabilidade institucional da mídia de opinião. Seja qual for o governo, é permanente a tendência de mostrar os músculos e fabricar crises, criar factóides e “esquentar” qualquer informação como se fosse o último papel de Watergate. Tome-se a matéria de hoje na “Folha” sobre o tal dossiê com os gastos da família de FHC – divulgado na última edição da Veja (clique aqui). Há um levantamento de dados sobre as despesas do Palácio no governo Fernando Henrique Cardoso. Não há compra de drogas, pagamento de prostitutas, desvio de recursos. Há uma ou outra conta mais elevada em restaurantes, aluguel de automóveis, como deve haver nas despesas pessoais da família Lula. Nada que denigra FHC. E são prerrogativas do cargo. Por outro lado, há um sistema de cartões corporativos que permitiram alguns abusos. Nada que não pudesse ser consertado com uma definição clara do que pode ou não ser gasto com ele. Cria-se uma crise política em torno da tapioca. Ameaça-se com uma CPI, com uma crise institucional e se chegar aos gastos pessoais do presidente e sua família. Cria-se um clima de escândalo antes mesmo de se conhecer os dados. O que saísse geraria escândalo, fossem pagamentos a cabeleireiros ou compras de tapiocas. A Casa Civil entra no clima e se prepara para enfrentar a crise da tapioca na CPI. Procede a um levantamento de todas as despesas presidenciais englobando o período FHC. Até aí tudo normal. Parte dos dados vaza para a imprensa. Para quem? Para a revista Veja. Nem o mais improvável dos “aloprados” buscaria a Veja para atacar o ex-presidente FHC. Logo, o vazamento dos dados partiu de alguém que não atuava em sintonia com a Casa Civil. O ponto central da história não é saber se o levantamento foi feito ou não, se as informações estavam sendo organizadas ou não. É saber qual foi a motivação para o levantamento e para o vazamento de dados. Tem duas possibilidades. O governo diz que estava organizando os dados para poder fornecer à CPI quando solicitado. Veja conclui, com a facilidade que lhe é peculiar, que o levantamento visava chantagear a oposição. Quais as evidências? Nenhuma. É essa a questão central que a reportagem da Veja não esclarece. Mostrou tudo menos o essencial. Quem foi chantageado com esse relatório? Qual a prova de que se destinava a chantagear? Qual a testemunha que ouviu, alguma vez, que a intenção era a chantagem para evitar a CPI? Agora vem a matéria da “Folha”. Os jornalistas informam ter recebido o relatório ontem. Ora, havia um relatório circulando na praça, o que a Veja recebeu. Ou é crível imaginar que, depois do carnaval do final de semana, relatórios continuaram jorrando da Casa Civil? A não ser que o jornal apresente outras evidências, ele recebeu cópia do relatório que a Veja tinha. Então, o relatório não era novidade. Não era novidade o fato de que a Casa Civil estava alimentando o sistema com os dados. A própria Dilma Rousseff já tinha admitido. Qual o furo da “Folha” então: a de que o trabalho foi pedido pelo “braço direito” da Dilma, a Secretária Executiva da Casa Civil. Em qualquer ministério, é o Secretário Executivo quem comanda o dia a dia. "Furo" seria se o pedido tivesse sido por alguém de fora da Casa Civil. Depois, para “esquentar”a matéria, os procedimentos de sempre, afirmações colhidas uma fonte chamada Planalto. A cúpula do governo avalia que a situação política da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, se agravou e que ela precisa dar uma resposta rápida. Do contrário, corre risco de cair. Tenha-se a santa paciência! Que mané cúpula! Imaginar que a peça central do segundo governo Lula, a maior unanimidade que se tem nesse governo, “corre risco de cair” por conta dessa notícia é exagerar na auto-louvação do furo. Até se aceita esse tipo de liberdade poética do senador Arthur Virgílio. Supor que a "cúpula do governo" admitiu, é demais. E continuam os factóides: No segundo mandato, é a primeira vez que um membro poderoso do governo e próximo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é ligado a um escândalo. Dias atrás, a “Folha” havia “denunciado”o que chamou de mentira do Ministro Tarso Genro. Ele teria declarado que os dados haviam sido solicitados pelo TCU (Tribunal de Contas da União) e o TCU o teria desmentido. Como - ao contrário da Veja - a “Folha” se permite laivos de contraponto, deu a palavra ao Ministro:Indagado pela Folha sobre o fato de o TCU (Tribunal de Contas da União) tê-lo desmentido, Tarso disse que quem errou foi o jornal, por ter divulgado informação "equivocada". "O que eu disse é que a Casa Civil estava fazendo reparos na organização dos documentos para dar maior transparência, por orientação do TCU. Trabalhando os documentos, que não eram sigilosos, colocando-os dentro do sistema, e que vão estar à disposição quando a CPI precisar. Ele [o tribunal] confirmou o que falei." E de factóide em factóide La nave va, enquanto as contas externas vão levando o país pouco a pouco para o centro da crise internacional.
enviada por Luis Nassif "

27 de março de 2008

MP 410 - e os direitos dos trabalhadores rurais?

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A Medida Provisória de Nº 410 cria a modalidade de contrato temporário de trabalhador rural por prazo de até dois meses dentro do período de um ano, sem carteira de trabalho. Segundo a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatrta), emprego sem carteira assinada é caminho certo para ilegalidade e fraude no campo”. Agora imagine: como vão ficar as apurações de denúncias de trabalho escravo?
Acesse o manifesto da Anamatrta:

Esquerdismo, doença infantil do Comunismo.

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Um trecho desse célebre livro, de 12 de maio de 1920, da autoria de Lênin:


"Não é difícil ser revolucionário quando a revolução já estourou e está em seu apogeu, quando todos aderem à revolução simplesmente por entusiasmo, modismo e inclusive, às vezes, por interesse pessoal de fazer carreira.
Custa muito ao proletariado, causa-lhe duras penas, origina-lhe verdadeiros tormentos “desfazer-se” depois do triunfo desses “revolucionários”. É muitíssimo mais difícil - e muitíssimo mais meritório - saber ser revolucionário quando ainda não existem as condições para a luta direta, aberta, autenticamente de massas, autenticamente revolucionária, saber defender os interesses da revolução (através da propaganda, da agitação e da organização) em instituições não revolucionárias e, muitas vezes, simplesmente reacionárias, numa situação não revolucionária, entre massas incapazes de compreender imediatamente a necessidade de um método revolucionário de ação, Saber perceber, encontrar, determinar com exatidão o rumo concreto ou a modificação particular dos acontecimentos suscetíveis de levar as massas à grande luta revolucionária, verdadeira, final e decisiva é a principal missão do comunismo contemporâneo na Europa Ocidental e na América."


26 de março de 2008

Imagens do Holocausto Palestino - 2

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As imagens falam por si. É a luta de Israel contra o chamado "terror". Veja os resultados práticos dessa luta.



Os atingidos são palestinos...




































Serra tenta vendar a CESP e não consegue

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Os tucanos brasileiros da política não desistem de seu ideário. O governador de São Paulo, José Serra ( o preferido do PIG para disputar as eleições presidenciais) tentou vender a Companhia de Energia Elétrica de São PAulo - CESP. Os tucanos não desistem de vender o patrimônio público. Venderam a Vale do Rio Doce a preço de banana, privatizaram quase tudo no país. Foram freados pelo governo Lula, mas em São Paulo, que é o foco de resistência tucana no Brasil, continuam a sanha privatista. Segundo a Folha de São Paulo: "O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), atribuiu o fracasso a três fatores. O principal foi a dificuldade de financiamento dos participantes, principalmente, segundo Serra, por causa da crise de crédito nos EUA. Em seguida ele citou o preço considerado alto pelos empresários e, por fim, as incertezas quanto à renovação da concessão das usinas hidrelétricas. " Taí. Serra lamentou não conseguir vender uma empresa lucrativa. Mas eles não desistirão. É conhecida a eficiência tucana em vender o patrimônio público em nome da "modernidade".

24 de março de 2008

Quando o Dalai-Lama governava o Tibet

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Vejam esse vídeo divulgado pelo Azenha, sobre a época em que as "santidades", os  "Dalai-Lama" eram os reis do Tibet. É esse governante que o ocidente preserva e Bush condecora...

20 de março de 2008

O site do The Cult

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http://www.the-cult.com/

Feriado e Rock and Roll

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Bom feriado. É a época da Páscoa, que todo ano é numa data diferente porque é calculada conforme o calendário lunar. Ou seja, a cada ano se lembra o martírio de Jesus Cristo numa data diferente.
Falando em feriadão, dia 24 de março é a data do nascimento de Padre Cícero e em Juazeiro do Norte é feriado e também na URCA, que decidiu há muitos anos que 24 de março é feriado institucional.
Pra quem não vai viajar e nem tem mais nada pra fazer no feriadão sugiro ouvir o bom e velho The CULT, que já não existe oficialmente como banda, mas que tem um som legal pra quem curte Hard Rock.
Mas se você tem um outro programa, divirta-se pois a vida é curta e é uma só.

19 de março de 2008

Tiraram Paulo Henrique Amorim do ar. Mas ele voltou

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O PIG - Partido da Imprensa Golpista, pensou que tinha conseguido uma vitória. No dia de ontem, 18 de março, o portal IG (será coincidência a sigla, rsrs) , alegando falta de audiência, tirou do ar o site Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim, o maior crítico do PIG, de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB e do "presidente eleito" pela mídia, José Serra.
Mas quem achou que a guerra estava perdida e comemorou a atitude do IG, pode tirar o cavalinho da chuva. PHA está de volta hoje no site:
Só pra se ter uma idéia do fato, Mino Carta que tinha um blog no IG, anunciou que sairá em solidariedade a PHA.
E a historinha de que o agora ex-site de PHA não tinha audiência é tão mentirosa que no portal do prêmio Ibest (que é do próprio IG), o líder era o Conversa Afiada...

Dalai-lama é santo????

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LEIA NA ÍNTEGRA EM http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=34439 Descubra quem é o ''pacifista'' dalai-lama Incensado pelo ocidente como uma figura impoluta, lutadora da paz e da não-violência, o dalai-lama, ou Tenzin Gyatso, está longe de merecer o epíteto de pacifista que a mídia ocidental lhe aplicou nos últimos 50 anos. Aliado há longa data do regime americano, e recentemente de Bush, o dalai-lama não é parte integrante das lutas dos povos pela democracia e a paz mundial.
Por Humberto Alencar Dalai-lama: separatismo e submissão
Exilado em Dharamsala, na Índia, onde está à testa de uma comunidade de 120 mil tibetanos, o 14.º dalai-lama é apresentado desde 1959 pelos meios de comunicação como ''um dos maiores defensores da paz no mundo'' e ''líder espiritual''. Seus gestos desmentem esses epítetos. Em 2003 o ''líder espiritual'' budista passou 18 dias nos Estados Unidos, onde se encontrou com o presidente do país, George W. Bush, e o então secretário de Estado, Colin Powell. Os EUA tinham recentemente estabelecido o Tibetan Policy Act, uma lei que regularizava a ajuda aos separatistas, em 2002. O que disse e fez por lá revela que o homem que ostenta o título de Prêmio Nobel da Paz, obtido em 1989, age de forma diametralmente oposta ao discurso que mantém. A Casa Branca não divulgou o teor das conversas, mas a julgar pelas declarações posteriores do dalai-lama, um dos resultados da visita foi sua incorporação à política de guerras preventivas, aspecto central da estratégia agressiva do imperialismo norte-americano na atualidade. ''É muito cedo para dizer se a guerra no Iraque foi um erro'', afirmou, para acrescentar em seguida sua convicção de que é necessário ''reprimir o terrorismo'', sem explicar o que queria dizer com ''reprimir''.
Participação no poder chinês Em 1954, o décimo quarto Dalai-Lama participou da primeira Assembléia Nacional Popular da China, que elaborou a Constituição da República Popular, tendo sido eleito como um dos vice-presidentes do Comitê Permanente dessa Assembléia. Na ocasião, pronunciou um discurso afirmando: ''Os rumores de que o Partido Comunista da China e o governo popular central arruinariam a religião do Tibete, foram refutados. O povo tibetano tem gozado de liberdade em suas crenças religiosas''. Em 1956, o dalai-lama assumiu a presidência do comitê provisório encarregado de organizar a região autônoma do Tibete. As relações entre os governos central e local estavam, portanto, normalizadas. O conflito ressurgiu quando se cogitou em promover a reforma democrática do Tibete, separando a religião do Estado, abolindo a servidão rural e a escravidão doméstica e redistribuindo a propriedade das terras e dos rebanhos, monopolizada pela aristocracia civil e pelos mosteiros. Após o exílio, o dalai-lama, cercado pelas forças anti-chinesas e separatistas tibetanos, traiu completamente a sua posição patriótica original. A facção pró-ocidental, aproveitando-se da insatisfação entre lamas e nobres, retomou a ofensiva. Agitando as bandeiras separatista e religiosa, e apoiada pela CIA cada vez mais desinibidamente, como hoje se reconhece, essa facção fundou uma organização política, a ''Quatro Rios e Seis Montanhas'', e uma organização militar, o ''Exército de Defesa da Religião'', e iniciou em 1956 ataques armados a funcionários e prédios públicos, a obras de infra-estrutura e até mesmo a tibetanos que apoiassem o movimento democratizador.

18 de março de 2008

14 de março de 2008

Recepção a Condoleezza Rice

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Veja como Rice foi recebida em Santiago do Chile.

(Foto: Roberto Candia/AP)












Agora, um dia antes, em Salvador - BA.
(Foto: Edgar de Souza/G1)



Democracia contra Capitalismo

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"Democracia contra Capitalismo - a renovação do Materialismo Histórico", livro de Ellen Meiksins Wood. Nesse livro, Ellen Wood faz uma síntese das principais contribuições historiográficas e da crítica política nas duas últimas décadas. Sem meios termos, Wood demonstra a inviabialidade da plena democracia nos marcos do sistema capitalista e desmistifica a alegação da "liberdade" propalada como suposto princípio nos marcos capitalistas. Ellen Meiksins Wood nasceu em Nova York, em 1942. Por muitos anos professora de Ciência Política na Universidade York, de Toronto, é autora de vários livros, entre os quais se destacam A origem do Capitalismo (2001), Em defesa da história (organizadora, 1999), The Pristine Culture of Capitalism (1992) e The Retreat from Class (1986).

13 de março de 2008

UNE protesta contra Condolezza Rice

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"Um trilhão de dólares para a guerra e nenhum centavo para a paz. Fora Condoleezza Rice do Brasil." Com estes dizeres , a UNE recepcionou a Dama da Guerra, Condoleezza Rice, que está no Brasil, para discutir uma agenda bilateral e internacional com o Presidente Lula e com o Ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.

12 de março de 2008

Deu no Vermelho

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Deu no site Vermelho: Duas Caras se alinha a Ali Kamel e mostra Brasil sem racismo A novela Duas Caras divulga e incorpora, despudoradamente, o livro Não Somos Racistas, odiosa obra do manda-chuva do jornalismo da Globo, Ali Kamel. No mentiroso folhetim - no Brasil fictício da Globo -, brancos ricos estão doidos para se casar com favelados negros. Favelas têm mais brancos do que negros, e alguns negros são riquíssimos. Favelados pobres chegam a estudar nas mesmas universidades que brancos ricos. Leia mais: http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=34024

Mais uma vez, a Globo esconde a verdade.

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A Rede Globo de Televisão, um dos braços mais importantes do PIG - Partido da Imprensa Golpista, só diz qual é o Partido de um prefeito ou outro político com mandato acusado de corrupção, quando esse político é da base de sustentação do Governo Federal. Quando o político é da oposição, a Globo se "esquece" de dizer ao público telespectador qual é o partido. Veja o comentário de Luiz Carlos Azenha, ex-repórter da Globo: http://www.viomundo.com.br/denuncias/na-globo-prefeitura-acusada-de-corrupcao-nao-tem-partido-quando-e-do-psdb/ Esquecimento ou o PIG assumiu de vez que está do lado do PSDB, DEM e similares?

A elite branca

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Elite é um termo que não gosto muito de usar quando se trata das classes dominantes. Elite tem a ver com os melhores em determinada função. E sinceramente, as classes dominantes brasileiras não têm nada de bom. Porém, como elas mesmo se auto-definem assim, vamos lá.
A chamada "elite branca", que na verdade não tem muito a ver com a cor da pele mas sim com a dominação sobre os setores mais populares, pratica a mais vergonhosa exploração social que já se viu na face da terra e em todos os tempos.
É aquela que tem horror aos programas sociais do governo federal e os chama de "populistas", mas vive reclamando para si, "incentivos fiscais" e dizendo que se "cansou".
Tem horror a Hugo Chavez e o considera um ditador, porém se cala quando o assunto é George W. Bush.
Tem uma certa "tolerância" com as comunidade negra desde que a mesma não ouse se formar nas universidades e ocupar um pretenso espaço que só poderia ser dela, "elite branca", por isso vocifera contra a política de reserva de vagas "argumentando" que a mesma alimenta o racismo num país que seria tolerante...
E por aí vai.
Essa "elite branca" tem seus representantes em todos os lugares e a Região do Cariri está "bem servida". Todos os dias vemos a prepotência e auto-ufanismo dessa "elite" que com sua subserviência e posicionamento de colonizado, faz da cafonice e ostentação sua marca maior.

6 de março de 2008

Células-tronco

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Deu assim, no site de Paulo Henrique Amorim: (clique aqui para acessá-lo: http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/480001-480500/480357/480357_1.html) Paulo Henrique Amorim
Máximas e Mínimas 995 . O Ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Alberto Direito pediu vistas do processo sobre o uso de células-tronco. . Com a decisão de Direito, o plenário do STF adia a decisão de permitir ou vetar as pesquisas com células-tronco embrionárias. . O Supremo julgava a constitucionalidade do Artigo 5º da Lei de Biossegurança que autoriza a pesquisa com células-tronco embrionárias. . O Ministro Direito é católico militante e está à direita da Opus Dei e do Papa Bento XVI. . Ele deve imaginar que o adiamento pode facilitar a derrota da Lei de Biossegurança. . O Ministro Direito foi escolhido pelo Presidente Lula. . O Procurador-Geral da República, Antônio Fernando de Souza, foi o primeiro a se pronunciar, seguido pelo advogado da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Ives Gandra Martins. Eles são contra o uso das células-tronco embrionárias. . Defenderam a pesquisa o Advogado-Geral da União, José Antônio Dias Toffoli, e o advogado do Congresso, Leonardo Mundim. Também falaram os advogados das entidades que defendem pesquisas com células-tronco, como a Conectas Direitos Humanos, Centro de Direitos Humanos, Movimento em Prol da Vida e o Anis (Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero). . Às 18h47 terminou a leitura do voto do relator, ministro Carlos Ayres Britto, que se posicionou a favor da liberação das pesquisas com células-tronco. A ministra Ellen Gracie também votou a favor e passou a palavra pra Direito, que pediu vista. Clique aqui para ler "Não Coma Gato por Lebre".