29 de outubro de 2010

Macartismo cearense: jornal demite jornalista por causa do marxismo!

Nenhum comentário:
Matéria publicada no Portal Vermelho também denuncia o Macartismo cearense do Jornal Diário do Nordeste.

 

"Editor de jornal é demitido por publicar caderno sobre Marxismo

O JORNALISTA DALWTON MOURA, EDITOR DO JORNAL CEARENSE DIÁRIO DO NORDESTE, FOI DEMITIDO NA ÚLTIMA SEMANA, APÓS PUBLICAR CADERNO ESPECIAL SOBRE AS REVOLUÇÕES MARXISTAS. O CADERNO, PUBLICADO NO DIA 17, TRAZIA SEIS PÁGINAS COM UMA ENTREVISTA DO SOCIÓLOGO E FILÓSOFO MICHAEL LÖWI E ARTIGOS DE ADELAIDE GONÇALVES E JOSÉ ARBEX JR. O JORNALISTA FOI PAUTADO PELA DIREÇÃO DO VEÍCULO, MAS O JORNAL CONSIDEROU O CADERNO "PANFLETÁRIO" E "SUBVERSIVO", ALÉM DE "INOPORTUNO AO MOMENTO ATUAL".

O caderno foi encomendado porque Michael Löwi estaria em Fortaleza para lançar o livro Revoluções. A reportagem foi pautada pelo editor-chefe do jornal, Ildefonso Rodrigues, e sugerida pela historiadora e professora Adelaide Gonçalves, da Universidade Federal do Ceará (UFC).

Ao comunicar a demissão de Moura, o editor-chefe afirmou que “não sabia o conteúdo da reportagem até vê-la publicada”. Segundo o jornalista, que trabalhava há quase nove anos no veículo, o editor informou que o caderno gerou problemas para a direção do jornal. “Disseram que gerou problemas, que não teria sido bem recebido pela direção da empresa”, contou Moura.

O editor disse que “jamais imaginou” que poderia ser demitido dessa forma, e que a demissão abre espaço para várias interpretações. “Jamais imaginei que poderia gerar isso. O caso é complexo e dá margem para várias leituras”. De acordo com Moura, nem ele, nem a repórter Síria Mapurunga, que fizeram a entrevista com o filósofo, emitiram opinião. A entrevista destacava no título a declaração de Löwi: “O marxismo tem de evoluir para uma maior radicalização”.

O Sindicato dos Jornalistas do Ceará questionou a demissão e criticou o fato de a grande imprensa contestar a criação do Conselho de Comunicação no Estado, mas permitir que demissões como a de Moura aconteçam.

“A demissão do então editor do 'Caderno 3' expõe o abismo entre o discurso da grande mídia conservadora, que se diz ameaçada em sua liberdade de expressão - inclusive atacando com este falso argumento o projeto do Conselho de Comunicação do Estado -, e suas práticas cotidianas, restritivas ao exercício profissional dos jornalistas, bem como à livre opinião de colaboradores e leitores”, diz a nota divulgada pelo sindicato.

Procurado pela reportagem, o editor-chefe do Diário do Nordeste informou que todos os esclarecimentos do caso já foram prestados a Moura.

Fonte: Comunique-se"

26 de outubro de 2010

21 de outubro de 2010

Essa luta de classes...

Nenhum comentário:
Charge de Latuff


E essa luta de classes que não passa hein? Os ideólogos do capital vivem decretando sua morte, mas eis que os movimentos de trabalhadores mostram que todo o discurso do capital está como Cazuza afirmou: "Suas ideias não correspondem aos fatos. O tempo não para".

Falando nisso, editorial do Portal Vermelho trata da luta dos trabalhadores franceses: 


"França: o impulso das lutas dos trabalhadores


A multidão de três milhões e meio de manifestantes que mais uma vez convulsionou as cidades francesas nos últimos dias confirma a impetuosidade das lutas sociais nesse país, como reflexo da profunda crise do sistema capitalista. 

As greves e manifestações, que – nesta etapa – já duram uma semana, expõem a aguda percepção dos trabalhadores do que está em jogo com a reforma da Previdência que o presidente Nicolas Sarkozy quer impor. 

"Ao diabo com a dívida pública. Não vamos dar nada a eles, não estamos nem aí com o seu AAA!", dizia um cartaz, expondo as entranhas do problema ao se referir à nota máxima das agências de avaliação de crédito que, para continuar considerando o governo confiável, exigem o controle das despesas públicas.

Os protestos cresceram, levando o país a um impasse, cuja questão de fundo é a divisão entre os grandes capitalistas e os trabalhadores dos ganhos de produtividade alcançados pelo avanço tecnológico.

As ações se desdobraram pelas cidades francesas, com passeatas, bloqueio a aeroportos, refinarias de petróleo e ao porto de Marselha, colapso do abastecimento de combustíveis, redução dos serviços de transportes e lutas de rua. Num quadro de profunda confusão política e de enorme insatisfação com um governo direitista com viés personalista e autoritário, não faltaram também ações que nem sempre se coadunam com o verdadeiro caráter dos protestos. Intrínseca e moralmente fraco, o governo tem atacado duramente os manifestantes, com a violência policial. 

As greves e manifestações de rua são comandadas pelas centrais sindicais e, desde o dia 18, também por entidades estudantis, fazendo-se notar o protagonismo dos sujeitos da luta de classes, que os neoliberais julgavam extinta: os trabalhadores, entre eles petroleiros, aeroportuários, aeroviários, ferroviários, professores, carteiros e vigilantes responsáveis por abastecer caixas eletrônicos, que não aceitam pagar as contas da tentativa governamental de conter o déficit público, hoje de mais de 7% do PIB. Dogmático na interpretação da realidade e aplicação inflexível dos princípios neoliberais, o governo associa o déficit público aos gastos com a Previdência.

Na verdade,o o déficit público chegou a esse elevado patamar devido ao “socorro” do Estado aos bancos que entraram em bancarrota com a crise financeira.

A adesão dos estudantes fortaleceu a luta e fez ressurgir o fantasma que, desde 1968, parecia exorcizado, mas que volta a espantar o stablishment: a ação unificada dos trabalhadores e da juventude. Todos de mãos dadas contra o ataque do governo aos direitos sociais: o projeto de Sarkozy, de elevar a idade mínima para a aposentadoria de 60 para 62 anos e de 65 para 67 anos no caso de aposentadoria integral, é com razão encarado como o primeiro ato de uma investida mais ampla contra as conquistas dos trabalhadores, como férias, limites às demissões, sistema público de saúde, etc. 

Os conservadores que apoiam a reforma de Sarkozy justificam a perda de direitos alegando o aumento da expectativa de vida. Uma vida mais longa impõe a aposentadoria mais tarde, dizem eles. 

Num país avançado como a França (da mesma forma como nas demais nações de capitalismo desenvolvido) este argumento esconde uma realidade à qual os capitalistas preferem não se referir: o aumento da produtividade do trabalho alcançado com as mudanças tecnológicas. Este é o pano de fundo do debate: para o capital, este aumento significa maiores, sacrossantos e imexíveis lucros; para os trabalhadores, ele é a perspectiva de mais tempo livre. 

Neste sentido, o chamado déficit público é o nome “técnico” da transferência - intermediada pelos governos conservadores - destes ganhos de produtividade para o grande capital. Daí a lógica aparentemente implacável: as pessoas vivem mais e por isso precisam trabalhar mais. Isto é, dedicar uma parcela maior de suas vidas à valorização do capital. 

O que está em jogo é a extensão desta subordinação ao capital, medida não apenas pela duração da jornada diária de trabalho mas principalmente pela duração do trabalho de uma vida inteira. Esta é uma das contradições fundamentais do modo de produção capitalista e é ela que está sendo repudiada nas ruas das cidades francesas."

Editorial do Portal Vermelho, 20 de Outubro de 2010.  

14 de outubro de 2010

Quantas caras ele tem?

3 comentários:
Já que gosta de dizer que é coerente, que diz sempre a mesma coisa e que não muda de opinião, o que dizer dessas promessas desse senhor que pretende ser presidente do Brasil? Que coerência é essa que ele cobra da Dilma? Quem é ele para  falar de coerência?

Assista ao vídeo

12 de outubro de 2010

O joguinho de Serra

Nenhum comentário:
"Nesta entrevista ao Vermelho, Ciro diz que, por conhecer “essa gente” do PSDB “de longa data”, já esperava uma disputa eleitoral repleta de baixarias. Ainda mais porque é Serra quem está no centro da corrida à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

“O jogo do Serra é este. Em todas as eleições em que ele está – em todas, sem exceção de nenhuma! –, aparecem sempre os dossiês, os escândalos de véspera de eleição. Há sempre uma revista disponível para suprir a credibilidade das baixarias mais grotescas”, afirma.

No primeiro turno, Ciro limitou-se a chefiar a bem-sucedida campanha à reeleição de seu irmão, Cid Gomes, ao governo do Ceará. De quebra, ajudou a derrotar seu ex-correligionário Tasso Jereissati (PSDB) – um dos senadores que mais fizeram mal ao Brasil durante o governo Lula. Com o dever de casa cumprido, Ciro Gomes está de volta à grande arena eleitoral e defende Dilma com vigor. 

Em sua opinião, é preciso abandonar a “cordialidade conservadora” e esclarecer os projetos “muito distintos” que estão em confronto no segundo turno. “O governo Lula ainda está aí, e a Dilma está no centro de toda a estratégia do governo Lula. E o projeto que o Serra representa é muito recente. Vai ser fácil comparar, e eu acho que o caminho é esse.”

Confira abaixo trechos da entrevista.

Vermelho: Ao que tudo indica, a campanha da Dilma subestimou o impacto da baixaria tucana na disputa presidencial...
Ciro: Quem alimenta essa cordialidade conservadora que eles (o PSDB)tentam impor é o Lula, que, muitas vezes, precisou ser aceito nos salões. Daí vem a versão “Lulinha paz e amor”.

Vermelho: E você? Já tinha convicção plena de que essa baixaria toda tomaria conta – como tomou – da eleição?
Ciro: Eu conheço essa gente – conheço de longa data. Fui um dos fundadores do PSDB, que nasceu para ajudar a modernizar o Brasil. Agora, na campanha eleitoral, ele se escora no que há de mais profundamente grotesco, violentando uma tradição que o mundo inteiro admira – que é o respeito à diversidade religiosa.

Mas, com o Serra, sempre foi assim. O jogo do Serra é este. Em todas as eleições em que ele está – em todas, sem exceção de nenhuma! –, aparecem sempre os dossiês, os escândalos de véspera de eleição. Há sempre uma revista disponível para suprir a credibilidade das baixarias mais grotescas.

Vermelho: Foi o Serra que empurrou o PSDB para a apelação?
Ciro: O Serra vem se fragilizando desde sempre. Ele tem uma história original e uma formação bastante respeitáveis, mas o oportunismo político dele está revelado. Veja o que ele faz com uma questão complexa, que é o aborto. Como a Dilma diz uma frase diferente da outra – e com cinco anos de diferença entre a primeira e a segunda frase –, a estrutura do Serra quer provar uma certa desonestidade.

Enquanto isso, ele vai a um cartório em São Paulo e assina um papel – diz que dá a palavra formal de que não iria renunciar à Prefeitura. Mas, ato contínuo, ele vai embora e entrega a Prefeitura de São Paulo ao DEM. Aí ninguém faz registro de nada, como se isso não fosse uma falta absoluta de escrúpulo. É isso o que caracteriza o caminho dele. 

Vermelho: Como reagir a esse jogo sujo? 
Ciro: Não tem segredo. Para nossa grande sorte, os projetos são muito distintos. O governo Lula ainda está aí, e a Dilma está no centro de toda a estratégia do governo Lula. E o projeto que o Serra representa é muito recente. Vai ser fácil comparar, e eu acho que o caminho é esse.

Vermelho: O que, exatamente, representa a candidatura de Serra?
Ciro: É o mesmo mal que foi provocado pelos oitos anos do governo de Fernando Henrique Cardoso. A explosão do desemprego, a quebra financeira, a instabilidade econômica, o aviltamento de salário, o desmantelo da infraestrutura, a dependência internacional sem precedente, o apagão no setor elétrico – tudo isso foi ontem. E ele, Serra, foi o ministro desse projeto durante oito anos – nem pode dizer que saiu porque se zangou com alguma coisa.

Agora, o que eles estão tentando? Em vez de usarem os critérios que importam – emprego, salário, progresso, desenvolvimento, justiça social, respeito internacional –, eles querem trazer para “miudices”. As questões que eles apresentam, mesmo graves, complexas ou sérias, são “miudices” sectárias, uma mistificação religiosa. Isso é o que eles querem e, se aceitarmos, nós entramos pelo cano. Temos de trazer o verdadeiro debate de volta. Por isso é que não aceito a cordialidade conservadora, que só interessa para eles. 

Vermelho: De onde vem essa cordialidade?
Ciro: Talvez nós ainda tenhamos complexo de inferioridade por não sermos aceitos na mesa dos brancos, dos grandões, dos mandões do país. Em cima da mesa, fica todo mundo elegante. E nós – que queremos ser elegantes – por debaixo da mesa aguentamos a canelada mais imunda e mal cheirosa. Vamos trazer o assunto para cima da mesa, para o povo saber quem está jogando sujo e quem está jogando limpo."


Fonte: Portal Vermelho

10 de outubro de 2010

Race Against Machine dedica música ao MST

Nenhum comentário:
A banda de rock, Race Against Machine dedica uma canção ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), assista!

7 de outubro de 2010

FHC - Serra X Lula - Dilma

Nenhum comentário:

Veja o quadro a seguir e perceba que não tem comparação. O desastre dos governos tucanos!



Veja o panfleto num tamanho maior!

Via @IlustreBOB

 
Fonte: ilustrebob.com.br

Manifesto de Reitores das Universidades Federais à Nação Brasileira

Nenhum comentário:
"EDUCAÇÃO - O BRASIL NO RUMO CERTO

Da pré-escola ao pós-doutoramento - ciclo completo educacional e acadêmico de formação das pessoas na busca pelo crescimento pessoal e profissional - consideramos que o Brasil encontrou o rumo nos últimos anos, graças a políticas, aumento orçamentário, ações e programas implementados pelo Governo Lula com a participação decisiva e direta de seus ministros, os quais reconhecemos, destacando o nome do Ministro Fernando Haddad.

Aliás, de forma mais ampla, assistimos a um crescimento muito significativo do País em vários domínios: ocorreu a redução marcante da miséria e da pobreza; promoveu-se a inclusão social de milhões de brasileiros, com a geração de empregos e renda; cresceu a autoestima da população, a confiança e a credibilidade internacional, num claro reconhecimento de que este é um País sério, solidário, de paz e de povo trabalhador. Caminhamos a passos largos para alcançar patamares mais elevados no cenário global, como uma Nação livre e soberana que não se submete aos ditames e aos interesses de países ou organizações estrangeiras.

Este período do Governo Lula ficará registrado na história como aquele em que mais se investiu em educação pública: foram criadas e consolidadas 14 novas universidades federais; institui-se a Universidade Aberta do Brasil; foram construídos mais de 100 campi universitários pelo interior do País; e ocorreu a criação e a ampliação, sem precedentes históricos, de Escolas
Técnicas e Institutos Federais. Através do PROUNI, possibilitou-se o acesso ao ensino superior a mais de 700.000 jovens. Com a implantação do REUNI, estamos recuperando nossas Universidades Federais, de norte a sul e de leste a oeste. No geral, estamos dobrando de tamanho nossas Instituições e criando milhares de novos cursos, com investimentos crescentes em infraestrutura e contratação, por concurso público, de profissionais qualificados. Essas políticas devem continuar para consolidar os programas atuais e, inclusive, serem ampliadas no plano Federal, exigindo-se que os Estados e Municípios também cumpram com as suas responsabilidades sociais e constitucionais, colocando a educação como uma prioridade central de seus governos.

Por tudo isso e na dimensão de nossas responsabilidades enquanto educadores, dirigentes universitários e cidadãos que desejam ver o País continuar avançando sem retrocessos, dirigimo-nos à sociedade brasileira para afirmar, com convicção, que estamos no rumo certo e que devemos continuar lutando e exigindo dos próximos governantes a continuidade das políticas e investimentos na educação em todos os níveis, assim como na ciência, na tecnologia e na inovação, de que o Brasil tanto precisa para se inserir, de uma forma ainda mais decisiva, neste mundo contemporâneo em constantes transformações.

Finalizamos este manifesto prestando o nosso reconhecimento e a nossa gratidão ao Presidente Lula por tudo que fez pelo País, em especial, no que se refere às políticas para educação, ciência e tecnologia. Ele também foi incansável em afirmar, sempre, que recurso aplicado em educação não é gasto, mas sim investimento no futuro do País. Foi exemplo, ainda, ao receber em reunião anual, durante os seus 8 anos de mandato, os Reitores das Universidades Federais para debater políticas e ações para o setor, encaminhando soluções concretas, inclusive, relativas à Autonomia Universitária."


Alan Barbiero - Universidade Federal do Tocantins (UFT)
José Weber Freire Macedo - Univ. Fed. do Vale do São Francisco (UNIVASF)
Aloisio Teixeira - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Josivan Barbosa Menezes - Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA)
Amaro Henrique Pessoa Lins - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Malvina Tânia Tuttman - Univ. Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)
Ana Dayse Rezende Dórea - Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Maria Beatriz Luce - Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)
Antonio César Gonçalves Borges - Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
Maria Lúcia Cavalli Neder - Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)
Carlos Alexandre Netto - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Miguel Badenes P. Filho - Centro Fed. de Ed. Tec. (CEFET RJ)
Carlos Eduardo Cantarelli - Univ. Tec. Federal do Paraná (UTFPR)
Miriam da Costa Oliveira - Univ.. Fed. de Ciênc. da Saúde de POA (UFCSPA)
Célia Maria da Silva Oliveira - Univ. Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Natalino Salgado Filho - Universidade Federal do Maranhão (UFMA)
Damião Duque de Farias - Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Paulo Gabriel S. Nacif - Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)
Felipe .Martins Müller - Universidade Federal da Santa Maria (UFSM).
Pedro Angelo A. Abreu - Univ. Fed. do Vale do Jequetinhonha e Mucuri (UFVJM)
Hélgio Trindade - Univ. Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)
Ricardo Motta Miranda - Univ. Fed. Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Hélio Waldman - Universidade Federal do ABC (UFABC)
Roberto de Souza Salles - Universidade Federal Fluminense (UFF)
Henrique Duque Chaves Filho - Univ. Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Romulo Soares Polari - Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
Jesualdo Pereira Farias - Universidade Federal do Ceará - UFC
Sueo Numazawa - Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA)
João Carlos Brahm Cousin - Universidade Federal do Rio Grande - (FURG)
Targino de Araújo Filho - Univ. Federal de São Carlos (UFSCar)
José Carlos Tavares Carvalho - Universidade Federal do Amapá (UNIFAP)
Thompson F. Mariz - Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
José Geraldo de Sousa Júnior - Universidade Federal de Brasília (UNB)
Valmar C. de Andrade - Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
José Seixas Lourenço - Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)
Virmondes Rodrigues Júnior - Univ. Federal do Triângulo Mineiro (UFTM)
Walter Manna Albertoni - Universidade Federal de São Paulo ( UNIFESP)

5 de outubro de 2010

De que lado você samba?

Nenhum comentário:


Chegou a hora. Agora saberemos de que lado estarão os principais personagens da cena política brasileira. O eleitorado tomará ciência de como se comportarão os políticos já eleitos, os não-eleitos que tiveram muitos votos, os que não tiveram muitos votos, os que fazem o discurso bonito e os que não dizem nada e foram candidatos. Em cima do muro é que não vai dar para ficar. 
Em 1989, Leonel Brizola ao perder a chance de ir para o segundo turno não vacilou, declarou que era preciso apoiar Lula e fazer a elite engolir o "sapo barbudo". 
Vamos ver agora, nesse confronto histórico, de que lado cada um estará.  Vejamos a sinceridade e o posicionamento de cada um desses protagonistas e o mais importante, como o eleitorado decidirá!

Eu tenho lado, sou Dilma. E você?